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se ser só ou estar só ou sozinho é diminutivo de só para se estar sem ninguém por acidente não ser ninguém para se cuidar pelo acidente ser só sem ninguém para cuidar depois do acidente não é acidental nem mesmo na chamada zona morta página em branco vestida de início ao fim da toca ao muro da ponte à corda da rampa à peça peças esculpindo o ar com perguntas postas no lugar de respostas aquesendo um tapete sonoro para o mysteryum público vosso nosso de todos os nós de todo dia haveria sincronia só se sermos sós ou sozinhos é ausência de maskaras na escuridão precisamos de maskaras não só usamos ao sermos arrancados da toca à luz do cordão umbilical ao nome a partir daí somos chamados treinados a construir copiar personagens assegurando uma cortina distânsia privada entre vossa vida e nossa morte de nós todos a ver assim crônico buraco negro ventre o oo

se ser não sendo encena a criação do escurinho é diminutivo da escuridão primeira a sem tempo sem espaço sem nome sem maskara se diluem as barreiras materiais mentais o naturalismo onde a arte é engolida pela vida o romantismo onde a vida é excluída pela arte aí há o grande silêncioo

olá tchau dia boa tarde boas noites a coisa é a seguinte na estrada da mitologia ou seria melhor es cre ver na estrada da verdade das mentiras o homem passa a nomear os elementos com termos científicos assim se torna pai autor dono da natureza manipulando o deus em o2 a rainha em h2o o diabo em co2 e por diante toda a confecção de obras imagens histórias mitos passa a ser produto da indústria humana e jamais da canalização divina se há que saber sabre da luz star wars saber que jedi é na verdade o nome egípcio da coluna colocada na posição vertical para elevar a alma de osíris o inominável pai de toda civilização egípcia africana mais conhecido como ozires ou somente oz inclusive frank oz o cineasta que interpreta manipula o boneco personagem yoda na guerra estelar doce lar dos sith tidos como lado obscuro da força nada mais são do que seth o assassino de ozires ah e há que ressaltar a simbiose do the dark side of the moon quando tocado em sincronia às imagens do the wizard of oz nessa hora vi vemos que o negócio da arte é o de viver o atual pressente o equilíbrio entre o dito podre e o dito vital tal como discriminado na câmara escura da torre de ulisses sugando lisboa ao vivo dos mortos vide como ao retornarmos de uma experiência de quase morte recordamos o filminho é diminutivo de filme de nossas vidas disparado como um relâmpago como um viático tal qual agora tendo sido forçado diante do acidente a regressar temporariamente à terapia de choques no sistema público de saúde me revi diante dos mesmos mesmos mesmos mesmos mesmos mesmos mesmos mecanismos de alívio do vírus ao arremate do verbo olá tchau boa diferença entre uma missa e um ato e um pacto o que se comunga em um se conjuga no outro o que se anuncia em um se vivencia no outro o que se é em um só se é no outro não importa de onde começamos já que o todo está contido em tudo ao iluminarmos qualquer ponto iremos direto à progressiva camuflagem dos sacrifícios cerimônias dos ozcars a primeira realizada no hotel roosevelt onde hoje se avistam marilyyn no espelho moontgomery tocando trompete nos corredores olá o leão esfíngico na abertura das pirâmides de gizé ou o leão dourado na abertura dos filmes da metro goldwyn mayer ou os membros disformes das múmias em heliópolis ou os corpos desproporcionais dos atores em cinemascope se ser só



Escrito por jqz às 18h10
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as caricaturas sim as tais caras caricriaturas e tudo o que vem junto a caaba e toda a humaunidade prófetal profrenética profético muhammad que aíatolás nem aí muito menos aqui então para início de conversa para indícios com versos inversos os porquês da civilização egypcia seus pharaohs starz karnak soundstages luxor filmstudios bagdad babel incluindo o atual presente completo expressado completamente sabemos que já sabemos da inversão dos pólos dos gêneros dos travessões dos vírgulas dos pontos dos colchetes dos pólos sabemos vídeo é cela natureza da guerra o ARte a morTE na câmera cercada pelo mercado de cada partitura assinatura dos pólens em transMISSÂO de pensAMENto dizem sabemos que ao saber nada já se sabe só se sabe aquilo que se conhece conhesendo

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por jqz às 17h28
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