este projeto nasce na evolução dos seus solos anteriores PEÇAS ABRACADABRA EX-MÁQUINAS
ofere-sendo uma caminho totalmente inusitado tanto no modo de elaboração quanto na forma de apresenta-são infinitas
peças i n d i v i d u a i s i n g u l a r e s i m u l t â n e a s reunindo vários pesquisadores convidados de diversas áreas
fornecendo uma profusão de vozes a transgredir os limites perceptivos dos deusespectadores e eclodir a raiz do teatro - taeter
Luiz Päetow )*(
o título TAETER -originalmente em latim- é um adjetivo para algo -terrível ofensivo nojento vergonhoso repugnante revoltante repulsivo nauseante hediondo medonho tenebroso- e que produziu na língua portuguesa o adjetivo Tétrico mas -em alemão- a palavra TAETER também existe e é um dos raros substantivos que -sem precisar alterar sua grafia- indicam tanto o singular quanto o plural de -criminoso culpado perseguidor torturador agressor bode expiatório- e curiosamente também pode ser utilizado quando nos referimos a -autor- e dependendo da pronúncia se assemelha ao inglês Theater -teatro assassino hedionda história- TAETER
a convite do evento Satyrianas em 2011 realizou-se um experimento inicial
Luiz Päetow
Ator, diretor e dramaturgo. Criador das primeiras versões de Prêt-à-Porter, projeto vencedor do Prêmio Shell, no Centro de Pesquisa Teatral-SESC, onde implantou o Círculo de Dramaturgia e trabalhou como ator e assistente de direção de Antunes Filho no espetáculo Fragmentos Troianos, premiado com o Shell e o APCA de melhor direção, excursionando pela Turquia e Japão em 1999. Também fez assistência de direção para Daniela Thomas no espetáculo Da Gaivota com Fernanda Montenegro, Fernanda Torres e Antonio Abujamra. Em 2000, estreou sua primeira direção com a ópera The Fairy Queen de Henry Purcell, apresentada no Teatro Sesc-Anchieta. Protagonizou os espetáculos Leonce & Lena de Georg Büchner, dirigido por Gabriel Villela; 4.48 Psicose de Sarah Kane, por Nelson de Sá; Palavras & Música e Cascando de Samuel Beckett, por Rubens Rusche. Sempre com o foco na liberdade e radicalidade de expressões, vem desenvolvendo uma trajetória extremamente singular. Em 2006, criou o monólogo Peças, sua tradução para texto inédito de Gertrude Stein, com encenação de Marcio Aurelio no Teatro Faap e abrindo temporadas em vários teatros e festivais. Em 2009, assinou direção, tradução, cenário e a iluminação para Music-Hall de Jean-Luc Lagarce, pela qual recebeu o Prêmio Shell de Teatro. Em 2010, realizou seu segundo solo, Abracadabra, com encenação, produção e dramaturgia próprias, indicado ao Prêmio Shell, e apresentado no Teatro Sesc-Anchieta, Teatro Eva Herz, Teatro Oficina e diversos festivais internacionais. Em 2011, lançou o terceiro solo, Ex-Máquinas, com sua autoria e direção geral, no Teatro Faap. Atualmente, está ensaiando Ocorrências, sua primeira direção para um espetáculo de dança, contemplado com o 11° Fomento à Dança em São Paulo. Ao mesmo tempo, prepara a criação do espetáculo alemão Der Hausierer, com estreia marcada para o final de 2012 em Berlim, e desenvolve em São Paulo o projeto TAETER, com residência artística no Teatro da Memória - Instituto Cultural Capobianco.